Amor e ódio, ódio e amor. Esses sentimentos tão conflitantes estão tão pertos. Amar é criar expectativas é esperar retribuição, quando essa retribuição não vem aí é que o bicho pega. Felizes foram romeu e Julieta, que não viveram para discutir pensão e a guarda dos filhos Julieu e Romieta.
Com tecnologia é a mesma coisa, a gente pega uns ódios que ninguém sabe de onde saiu. Ontem todo mundo amava o ICQ, hoje é motivo de piada. MSN a mesma coisa, o Orkut então, nem se fala. Marca da besta.
Mas provavelmente a maior vítima o ódio desenfreada da internet é o pobre do Internet Explorer, que carrega um estigma ainda de ser um navegador lento e pesado.
Mas, como tudo muda e na internet o amor vira ódio que vira amor de novo, o Explorer lançou a campanha O navegador que você amava odiar, que pode ser baixado e testado gratuitamente.
Porque vocês também não fazem o teste? Se tudo volta, dinossauros voltam, o Jason volta, o John Tra-volta (essa foi horrível) Porque o navegador que ensinou uma geração a usar a internet não pode voltar repaginado?
Acesse www.onavegadorquevoceamavaodiar.com e descubra seu novo navegador.


Pena que não vai dar pra ver como fica, gorducho.
Capinha comestível para iPhone, como você pode notar, só podia ser coisa dos japoneses. É feito de bolachas de arroz e custa US$ 85. A peça é bastante frágil, mas tem vida curta, ou você come ou fica velho em poucos dias.
Engraçado é que quando eles vieram pra cá foi só tirar os índios do caminho né?